quarta-feira, 13 de junho de 2012

Como Eu Passei a Amar o Véu – Por Yvonne Ridley (Washington Post)

(Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso)


Salaam meninas,
vi este post no facebook esses dias e amei o texto! Confesso que tenho uma história um tanto quanto similar, talvez por isso tenha gostado tanto. Compartilho, portanto, com vocês.
Boa leitura!

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Descrição: Capturada pelo Talebã e encarcerada no Afeganistão, uma repórter britânica conta suas opiniões sobre o véu e o tratamento de mulheres no Islã.




Eu costumava ver as mulheres que usavam véu como criaturas quietas e oprimidas – até que eu fui capturada pelo Talebã. Em setembro de 2001, apenas 15 dias depois dos ataques terroristas nos Estados Unidos, eu entrei furtivamente no Afeganistão, vestida com uma burca azul, pretendendo escrever um relato jornalístico da vida sob o regime repressivo. Ao invés disso fui descoberta, presa e detida por 10 dias. Eu cuspi e praguejei contra meus captores; eles me chamaram de mulher “má” mas me deixaram ir após eu prometer ler o Alcorão e estudar o Islã. (Francamente, eu não sei ao certo quem estava mais feliz com a minha libertação - eles ou eu.) De volta ao lar em Londres, eu mantive a minha palavra sobre estudar o Islã - e estava admirada com o que havia descoberto. Eu esperava capítulos do Alcorão sobre como bater em sua esposa e oprimir suas filhas; ao invés disso, encontrei passagens promovendo a liberação das mulheres. Dois anos e meio após a minha captura eu me converti ao Islã, provocando uma mistura de perplexidade, decepção e encorajamento entre amigos e parentes.

Agora, com desgosto e tristeza eu assisto aqui na Grã-Bretanha o ex-secretário do Exterior Jack Straw descrever o niqab islâmico – o véu que cobre a face e revela apenas os olhos – como uma barreira indesejável à integração, com o Primeiro-Ministro Tony Blair, o escritor Salman Rushdie e o Primeiro-Ministro italiano Romano Prodi correndo em sua defesa. Tendo estado em ambos os lados do véu, eu posso dizer que a maioria dos políticos e jornalistas ocidentais que lamentam a opressão das mulheres no mundo islâmico não têm idéia do que estão falando. Eles falam de véus, noivas-crianças, circuncisão feminina, crimes de honra e casamentos forçados, e erradamente culpam o Islã por tudo isso - sua arrogância superada apenas por sua ignorância. Essas questões e costumes culturais não têm nada a ver com o Islã. Uma leitura cuidadosa do Alcorão mostra que tudo pelo qual as feministas lutaram nos anos 70 estava disponível para as muçulmanas há 1.400 anos. As mulheres no Islã são consideradas iguais aos homens em espiritualidade, educação e valor, e o dom de uma mulher para ter filhos e educá-los é considerado um atributo positivo. Quando o Islã oferece tanto às mulheres, por que os homens ocidentais são tão obcecados com a vestimenta das muçulmanas? Até os ministros do governo britânico Gordon Brown e John Reid fizeram observações disparatadas sobre o niqab – e eles nasceram ao longo da fronteira escocesa, onde homens usam saias.

Quando eu me converti ao Islã e comecei a usar um lenço na cabeça, as repercussões foram enormes. Tudo que fiz foi cobrir minha cabeça e cabelo – mas instantaneamente me tornei uma cidadã de segunda classe. Eu sabia que teria que lidar com islamofobia, mas não esperava tanta hostilidade aberta de estranhos. Táxis passavam por mim à noite, com suas luzes brilhando, indicando que estavam livres. Um taxista, depois de deixar um passageiro branco bem na minha frente, me encarou quando eu bati em sua janela, e foi embora. Um outro disse, “Não deixe uma bomba no banco de trás” e perguntou, “Onde é o esconderijo de bin Laden?” Sim, é uma obrigação religiosa para muçulmanas vestirem-se modestamente, mas a maioria das muçulmanas que conheço gosta de usar o hijab, que deixa o rosto descoberto, embora umas poucas prefiram o niqab. É uma declaração pessoal: minha vestimenta lhe diz que sou muçulmana e espero ser tratada de maneira respeitosa, tanto quanto um banqueiro de Wall Street diria que um terno o define como um executivo a ser levado a sério. E, especialmente entre convertidas à crença como eu, a atenção de homens que confrontam mulheres com comportamento inapropriado e malicioso não é tolerada.

Eu fui uma feminista ocidental por muitos anos, mas eu descobri que as feministas muçulmanas são mais radicais do que suas equivalentes seculares. Nós odiamos aqueles concursos de beleza e tentamos parar de rir em 2003 quando juízes da competição Miss Terra louvaram a emergência de uma Miss Afeganistão usando biquíni, Vida Samadzai, como um gigantesco salto para a liberação das mulheres. Eles até concederam à Samadzai um prêmio especial por “representar a vitória dos direitos das mulheres.” Algumas jovens feministas muçulmanas consideram o hijab e o niqab símbolos políticos, também, uma forma de rejeitar os excessos do ocidente como bebedeira, sexo casual e uso de drogas. O que é mais liberador: ser julgada pelo comprimento de sua saia e o tamanho de seus seios aumentados cirurgicamente, ou por seu caráter e inteligência? No Islã, a superioridade é alcançada através da piedade – não beleza, poder, posição ou sexo.

Eu não sabia se gritava ou ria quando Prodi, da Itália, se uniu ao debate da semana passada ao declarar que é “bom senso” não usar o niqab porque ele torna relações sociais “mais difíceis.” Bobagem. Se fosse esse o caso, então por que celulares, linhas fixas, e-mail, mensagens de texto e faxes fazem parte da rotina diária? E ninguém desliga o rádio porque não pode ver o rosto do apresentador. Sob o Islã, eu sou respeitada. Ele me diz que eu tenho direito à educação e que é meu dever buscar conhecimento, independentemente de ser solteira ou casada. Em nenhum lugar na estrutura do Islã é dito que as mulheres devem lavar, limpar ou cozinhar para os homens. Quanto aos muçulmanos terem permissão para bater em suas esposas – simplesmente não é verdade. Os críticos do Islã cotarão versículos corânicos ou hadiths aleatórios, mas usualmente fora de contexto. Se um homem levanta um dedo contra sua esposa, ele não pode deixar uma marca no corpo dela, o que é a forma do Alcorão dizer, “Não bata em sua esposa, estúpido.” Não são apenas os homens muçulmanos que devem reavaliar o lugar e tratamento de mulheres. De acordo com uma pesquisa recente da Linha Direta Nacional para Violência Doméstica, 4 milhões de mulheres americanas experimentam uma agressão grave de um parceiro durante um período médio de 12 meses. Mais de três mulheres são mortas por seus maridos e namorados todos os dias – aproximadamente 5.500 desde 11 de setembro.

Homens violentos não vêm de uma categoria religiosa ou cultural em particular; uma em cada três mulheres em todo o mundo foi espancada, coagida a fazer sexo ou abusada de outra forma durante sua vida, de acordo com a pesquisa. Esse é um problema global que transcende religião, riqueza, classe, raça e cultura. Mas também é verdade que no ocidente os homens continuam a acreditar que são superiores às mulheres, apesar dos protestos em contrário. Eles continuam a receber melhor pagamento por trabalho igual – seja no setor de correspondências ou na sala de reuniões da diretoria – e as mulheres continuam a ser tratadas como commodities sexualizados cujo poder e influência fluem diretamente de sua aparência. E para aqueles que continuam tentando alegar que o Islã oprime as mulheres, lembrem-se da declaração de 1992 do Reverendo Pat Robertson, apresentando suas opiniões sobre mulheres poderosas: o feminismo é um “movimento político, socialista, contra a família, que encoraja mulheres a deixarem seus maridos, matarem seus filhos, praticarem bruxaria, destruírem o capitalismo e se tornarem lésbicas.” Agora me diga quem é civilizado e quem não é.

(Yvonne Ridley é editora política do Islam Channel TV em Londres e co-autora de “In the Hands of the Taliban: Her Extraordinary Story” (“Nas Mãos do Talebã: Sua História Extraordinária”, em tradução livre).




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O profeta Mohammed (que a paz de Deus esteja com ele):

Não afirmem o que o Povo do livro diz nem tampouco neguem. Ao invés disso, digam: 'Cremos no que nos foi revelado e no que foi revelado a ti. Nosso Deus é teu Deus e é um só; e a Ele nos submetemos como muçulmanos.”

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Entre o calor e o frio: saudades da moda inverno


(Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso)


 
Salaam meninas,

Enquanto o sul do país está congelando o norte e nordeste estão derretendo!

Depois de três anos morando no Rio Grande do Sul e xingando o frio, confesso que estou com saudades e gostaria de estar “encarangando” por lá, mas como não estou, me resta comentar sobre outra coisa:
Durante minha estada nas terras gaudérias, tornei-me cliente fiel da loja tok, que se tornou minha loja referência. Os produtos da loja são elegantes, modernos e com um toque de “menina-moça” que eu amo!

Então, pra reviver um pouquinho do meu tempo de shopping-terapia na tok, montei o look abaixo. Algo que faz bem o meu estilo.


Vestido e calça by Tok.
Bota by Via Uno.

O que vocês pensam?


Ainda em tempo: Na nossa loja temos calças jeans (não da tok, claro) nas cores preta e cinza a partir de R$70,00. Nos números de 36 à 46, exceto 42.



Salaam.





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O profeta (que a paz e bênção de Deus estejam sobre ele) disse:
“Quereis que vos indique uma arma que vos salvará dos vossos inimigos e fará com que a providência de Deus seja derramada sobre vós?”. Aqueles que estavam presentes disseram: “Sim!”. Ele disse: “Rogar ao vosso Senhor de dia e de noite, pois a súplica é a arma do crente”.

domingo, 10 de junho de 2012

Alimentos halal: como se alimentar licitamente no Brasil?

(Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso)

Salaam irmãs,
uma das minhas dificuldades depois de convertida foi encontrar alimentos halal afora peixes e demais frutos do mar.
Penso que para quem mora em São Paulo e no sul do Brasil a dificuldade não seja tão grande, mas para quem está no nordeste e norte, onde a comunidade não é tão grande, as coisas ficam um pouquinho mais complicadas, que Deus nos recompense pelos nossos esforços.
Convertida há dois anos, tenho comida apenas peixes e pensei que talvez para as outras irmãs encontrar alimentos halal também seja uma dificuldade. Por isso, pensei em criar aqui no blog uma columa com algumas receitinhas fáceis de serem feitas.
Antes de começarmos, porém, julgo ser necessário esclarecer o que são os alimentos halal’s no Islam.
Boa leitura!

Halal significa lícito é o mesmo que permitido, autorizado (permitido ao consumo humano, legal). Alimentos Halal são aquelas cujo consumo é permitido por Deus. No Sagrado Alcorão, Deus ordena aos muçulmanos e a toda a humanidade a comer apenas alimentos Halal. Na Soorah 5, verso 4, Deus nos diz:

“Foram-vos
permitidas todas as coisas sadias”.


A nós, muçulmanos, está permitida a ingestão de alimentos, em observâncias às Leis islâmicas, que
não contenham ingredientes proibidos ou partes desses alimentos ou de animais que não tenham sido abatidos/degolados dentro dos procedimentos e normas ditadas pelo Alcorão Sagrado e pela Jurisprudência Islâmica.


Os
peixes e outros animais aquáticos são permissíveis (Halal), a não ser aqueles que estejam intoxicados ou que sejam prejudiciais à saúde humana, ou venenosos; assim como, estão proibidos os animais que vivem tanto na terra como na água, como crocodilos e seus assemelhados. 
Todo o tipo de vegetal é Halal, a não serem aqueles que estejam contaminados ou intoxicados por pesticidas, sejam venenosos ou produzam efeitos alucinantes ou que de qualquer forma possam ser prejudiciais à saúde do homem.

Qualquer produto mineral ou químico, em princípio é permissível, exceto aqueles com possam causar qualquer tipo de intoxicação ou prejuízo à saúde.


A
água é totalmente Halal, exceto quando esteja contaminada ou por qualquer meio for prejudicial à saúde.

Todo produto, criado por meio da biotecnologia, extraído de vegetal, mineral e microbiana para a indústria alimentar é Halal.
Produtos de origem sintética utilizada na indústria de alimentação será Halal a partir da comprovação de sua elaboração, onde se prove que não é prejudicial ao ser humano.

Derivado de origem animal, utilizado nas indústrias de alimentação, será Halal, se o animal for sacrificado conforme a lei islâmica, mediante comprovação.

Queijo processado através do coalho microbiano é Halal.
Leite (de vacas, ovelhas, camelas e cabras).

Frutas frescas ou secas, legumes, sementes como amendoim, nozes, caju, avelãs, grãos como trigo, arroz, centeio, cevada, aveia etc., a não serem aqueles que estejam contaminados ou intoxicados por pesticidas (agrotóxicos em excesso), ou que de qualquer forma possam ser prejudiciais à saúde do homem.


Alimentos Mashbooh?


São aqueles alimentos
duvidosos ou suspeitos. Se alguém não sabe se um determinado alimento ou bebida é classificado como Halal ou Haram (não permitido), tal alimento ou bebida é duvidosa.

São alimentos que
podem ter duas ou mais fontes de extração como, por exemplo, a gelatina ela pode ser extraída do suíno, vegetal, peixes, etc. se for de suíno é Haram os demais são Halal.
Um alimento ou produto Halal pode ser tornar Haram com a introdução de ingredientes ilícitos como, por exemplo, a utilização de etanol como solvente nos aromas, gelatina em alimentos lácteos, etc.
Nos alimentos industrializados são utilizados inúmeros ingredientes que podem ser de origem Halal ou Haram. A avaliação do status requer investigação de todos aditivos e ingredientes definindo sua origem.


Abate Halal


Esse tipo de abate deve ser feito
o mais rápido possível para que o animal tenha uma morte rápida. Há provas científicas de que, com a degola, o animal tem a interrupção sanguínea ao cérebro, que causa morte instantânea, não dando chance de liberação de toxinas que contaminam a carne.

Esse ritual de sacrifício deve ser feito com ética. Ao
evocar o nome de Deus, estamos agradecendo pelo alimento que Este nos enviou, pedimos perdão, pois não matamos um animal por sadismo e nem por prazer, e sim para garantir o sustento alimentar ao ser humano.

Procedimentos para abate:

O abate Halal será executado em separado do não Halal, cumprindo-se as seguintes condições:

a) Os animais, para serem abatidos, devem ser saudáveis e aprovados pelas autoridades sanitárias competentes.

b) O animal, para ser abatido, deverá estar em perfeita condição física.

c) O abate será executado somente por muçulmano mentalmente sadio e que entenda, totalmente, o fundamento das regras e das condições relacionadas com o abate de animais no Islam.

d) O abate será feito com intenção e o sangrador estará bem ciente de sua ação.

e) A frase (Em nome de Deus, o mais Bondoso, o mais Misericordioso) tem de ser invocada imediatamente antes do abate.

f) Os equipamentos e os utensílios utilizados no abate Halal serão exclusivos para esse tipo de degola.

g) A faca do abate deverá ser afiada.

h) A sangria deverá ser feita apenas uma vez. A “ação cortante” do abate é permitida já que as facas do abate não são descoladas do animal durante o abate, procurando minorar-se o sofrimento infringido.

i) O ato do abate cortará a raqueia (algum), esôfago (mari) e ambas as artérias e a veia jugular (wadajain) para apressar o sangramento e a morte do animal.

j) O esgotamento do sangue deverá ser espontâneo e completo.


k) O inspetor mulçumano treinado será indicado e terá responsabilidade de checar se os animais são abatidos corretamente de acordo com as (leis) Shariah.

l) A ave abatida somente poderá ser escaldada, após a confirmação da morte pelo abate Halal.

Adaptado de halalislam.com

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0 Mensageiro de Deus (que a paz esteja com ele) disse:

"O Saad purifique seu alimento (e como resultado),você se tornará aquele cujas suplicas são aceitas. Juro por Aquele em cujas mãos a alma de Muhammad (que a paz esteja com ele) está, certamente um servo (de Deus que) ingere algo de Haram no seu estomago (devido o qual) não são aceitas as suas ações por 40 dias"

sábado, 9 de junho de 2012

Hijaab - Conselho às irmãs brasileiras

(Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso)


Salaam irmãs,
tenho visto, com certa frequência, nos grupos de mulheres muçulmanas que frequento no facebook a preocupação de muitas delas no que se refere ao uso do hijab.
Sabemos que no Brasil o uso do hijab não é uma tarefa fácil de ser cumprida. Muitas de nós, mulheres muçulmanas, somos revertidas ao Islam, o que nos coloca, muitas vezes, em posições conflitantes – em casa, na escola, no trabalho, na vizinhança.
Particularmente, apesar de dois anos de revertida (graças a Deus) ainda tenho alguns problemas em casa quanto ao uso do lenço, em outra ocasião conto um pouco da minha história de reversão, se Deus quiser (In Shaa2 Allah!).
O que costumo dizer às irmãs nesse caso que Deus conhece nossas intenções e situações. O importante em casos adversos ao uso do lenço: Deus conhece teu coração: tuas intenções e barreiras para esse momento... Se há barreiras que não a permitem, por qualquer motivo que seja e tens a intenção de usá-lo, penso que deus nos julgue pelas nossas intenções ;) Ele é Justo.
Esses dias vi o seguinte vídeo, que achei super válido e confortante, o qual gostaria de compartilhar:


Que Deus nos conduza sempre à senda reta.



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O profeta (que a paz e bênção de Deus estejam sobre ele) disse:

“Aquele que tentar introduzir em nossa religião algo que não faça parte dela será rechaçado.”

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Joomah Mubarak – A sexta-feira para os muçulmanos

(Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso)


A sexta-feira é o melhor dia da semana. É um Ide semanal.

O profeta Muhammed (que a paz e a bênção de Deus estejam sobre ele) disse:

“Perante Allah, sexta-feira é o dia mais excelente e mais distinto entre os dias da semana. É tão virtuoso que até supera o Idul-Fitre e o Idul-Adhá”.

A sua superioridade é devido aos cinco méritos, a seguir:
1.   Deus criou Adão em uma sexta feira;

2.   Enviou-o para Terra (como seu Khalifa) em uma sexta feira;

3.   Adão faleceu em uma sexta-feira;

4.   Nela há uma hora abençoada, durante a qual Deus dá à pessoa tudo o que ela lhe pede desde que não seja Haram;

5.   O Quiyámah (fim do mundo) ocorrerá numa sexta-feira;


Por isso, os céus, a terra, os Anjos mais próximos a Deus, as montanhas, os ventos, as árvores temem a sexta-feira.  

As-Salaam Walaykun :)


 
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O profeta Muhammed (que a paz e bênção de Deus estejam com ele) disse:

A essência da religião é a sinceridade. [...] Para com Deus, Seu livro, Seu mensageiro, para com os líderes muçulmanos, e para com os muçulmanos em geral.”